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27/06/2016

RIP Bud Spencer

Foto dos bastidores de "Una ragione per vivere e una per morire".

Não conhecemos estas pessoas de lado nenhum, mas acompanharam-nos a vida inteira. É difícil vê-las partir. RIP Bud Spencer.

04/12/2014

Morreu Giulio Questi


Morreu Giulio Questi, o realizador do clássico "Se sei vivo spara". Tinha 90 anos.
RIP.

24/07/2014

Morreu James Garner



Morreu aos 86 anos, o actor norte- -americano conhecido por "The Rockford Files" e "Maverick". No currículo tinha três Globos de Ouro, uma nomeação para os Óscares e dois Emmys Era um tipo comum. Achava-se tão banal que James Garner recusou várias vezes que lhe escrevessem a sua biografia. Até que em 2011 mudou de ideias porque achou que esta seria a melhor forma de agradecer a todos os que o ajudaram. Um dos actores mais famosos das décadas de 60, 70 e 80, conhecido por papéis em séries de televisão como "Maverick" - que viria a ser um filme com o mesmo nome interpretado por Mel Gibson - ou "The Rockford Files", onde fazia de detective privado, foi nomeado para um Óscar em 1986, ganhou Emmys, Globos de Ouro e o prémio carreira pelo Screen Actors Guild em 2005, morreu no sábado. Tinha 86 anos e desde 2008 que não era visto em público, culpa de um AVC. Nascido em Oklahoma, perdeu a mãe quando tinha cinco anos. O pai voltou a casar, mas a madrasta era muito violenta. Farto dessa situação, James levantou--lhe a mão e acabou ali o casamento do pai. O mesmo que também o deixou em casa de familiares para ir à procura de melhor emprego. Ficar quieto nunca foi um hábito de Garner, o filho, que teve qualquer coisa como 75 empregos. Primeiro juntou-se à Marinha Mercante, depois seguiu uma carreia de modelo fotográfico - quando um professor de ginástica o viu a treinar e o aconselhou a experimentar - e acabou como militar. Lutou na Guerra da Coreia e todas essas viagens serviram-lhe de curso de dramaturgia. "Quando tinha 25 anos e comecei a actuar já tinha viajado um bocado. Tinha conhecido diferentes sociedades. Senti que sabia tanto como os outros actores que tinham estudado", disse numa entrevista televisiva em 2002. Começou a carreira depois dos tempos de modelo em Hollywood e de ter conhecido Paul Gregory, o produtor que se tornou seu amigo, e que o convenceu a entrar na peça da Broadway "The Caine Mutiny Court Martial", ao lado de Henry Fonda. O primeiro papel foi sem falas, ainda assim com uma vantagem, dizia, porque aprendeu a ferramenta mais importante de um actor: ouvir. O facto de não ter um passado de estudos - nem chegou a terminar o ensino secundário - fez com que se sentisse sempre "nervoso". "Deixa-me sempre atento. Nunca fui muito confiante", contou. Mas essa falta de confiança não passava para o lado de cá da tela ou da televisão. No papel de Maverick - um vigarista, jogador de póquer com jeito para as mulheres e muitas falinhas mansas - entre 1957 e 1960, foi o papel que o tornou famoso. Ainda na televisão, fez 122 episódios de "The Rockford Files" (entre 1974 e 1980) como detective privado com uma pinta tão cool que ficou na memória dos americanos. A carreira de Garner não se fez só de televisão. No cinema fez vários filmes, entre eles "Grande Evasão" (1963) sobre a fuga de prisioneiros de um campo alemão durante a II Guerra Mundial, dirigido por John Sturges; "Grande Prémio" (1966) um retrato da Fórmula 1, de John Frankenheimer; "Marlowe, Detective em Acção" (1969) um papel que lhe assentava tão bem, realizado por Paul Bogart, e "Hollywood 1929" (1988), uma comédia sobre o cinema mudo, de Blake Edwards. O seu preferido era "Herói Precisa-se", tido como o grande filme anti-guerra, uma sátira de Arthur Hiller, onde trabalhou pela primeira vez com Julie Andrews. Anos mais tarde, seria ao lado de Julie Andrews que entraria no musical "Victor/Victoria", como gangster. Entre os seus últimos trabalhos destaque para "Diário de uma Paixão", em que representa a personagem de Ryan Gosling mais velho. No meio de uma carreira ocupada, foi activista, ajudou várias ONG e colaborou até na organização da Marcha sobre Washington de Martin Luther King. Nunca gostou da vida de Hollywood, por isso não é de estranhar que rompes-se a trágica tradição amorosa da cidade. Garner casou com a actriz Lois Clarke em 1957 e continuaram juntos até agora. "Vi a minha mulher a nadar numa piscina e fiquei vidrado. Casámos 14 dias depois", contou o actor. Juntos tiveram uma filha Greta, mas James adoptou a enteada Kimberly (do primeiro casamento de Lois).

In Jornal I

25/06/2014

Morreu Eli Wallach


"Parece que tenho uma vida dupla", disse em tempos Eli Wallach. "No teatro, sou o homenzinho, ou o homem irritado, ou o homem incompreendido. No cinema, passo a vida a ser escolhido para os papéis de mau." Não é por isso surpresa que Wallach, falecido esta terça-feira aos 98 anos de idade, seja mais recordado pelos vilões que interpretou em dois dos filmes mais icónicos da década de 1960: Os Sete Magníficos (1960), versão western dos Sete Samurais de Akira Kurosawa dirigida por John Sturges, e O Bom, o Mau e o Vilão (1966), terceiro filme da trilogia de westerns-spaghetti de Sergio Leone. Mas é um destino, no mínimo, irónico para aquele que era um dos últimos nomes ainda vivos da “primeira fornada” formada na lendária escola de representação nova-iorquina do Actors Studio, que revolucionou o cinema e o teatro americanos no período do pós-II Guerra Mundial. Era no teatro que o actor nova-iorquino, nascido no bairro de Brooklyn em 1915 e filho único de emigrantes judeus polacos, se sentia mais à vontade. Embora tenha continuado a filmar quase até ao fim da sua vida - os seus últimos trabalhos de nota foram O Escritor Fantasma de Roman Polanski e Wall Street: O Dinheiro Nunca Dorme de Oliver Stone, em 2010 - foi no teatro, do qual se retirou de vez em 1997, que construiu a sua carreira. Trabalhou repetidamente com a sua mulher, a também actriz Anne Jackson, que conheceu nos palcos em 1946 e com quem casou dois anos depois. Entre os muitos autores que Wallach representou contam-se Tennessee Williams (vencendo o Tony por uma produção de A Rosa Tatuada em 1951), Jean Anouilh, Eugène Ionesco ou Tom Stoppard.

O “camaleão por excelência” Wallach foi um dos primeiros alunos da escola de representação do Actors Studio, fundado em 1947 e gerido a partir de 1951 por Lee Strasberg. Os seus colegas de curso chamavam-se Marlon Brando, Montgomery Clift e Sidney Lumet. E estreou-se no cinema precisamente sob o signo do teatro: foi em Baby Doll (1956), adaptação de Tennessee Williams sob o comando de Elia Kazan, ele próprio um dos fundadores da escola. Entre as quase duas centenas de filmes e produções televisivas em que entrou, muitos lembrar-se-ão particularmente de Os Inadaptados (1961), realizado por John Huston e escrito pelo dramaturgo Arthur Miller, com Clark Gable, Marilyn Monroe e Montgomery Clift nos papéis principais. A cena em que Wallach dança com Marilyn, de quem era amigo de longa data e que teria aqui a sua última interpretação em vida, ficou célebre. Wallach participou também em inúmeras séries televisivas – como Cidade Nua, Batman, onde interpretou (lá está...) o vilão Mr. Freeze, ou mais recentemente Nurse Jackie - e no último filme da trilogia O Padrinho de Francis Ford Coppola (1990).

Eli Wallach nunca foi nomeado para um Óscar, mas a Academia das Artes e Ciências Cinematográficas de Hollywood reconheceu a sua carreira no final de 2010, entregando-lhe o Óscar honorário pela “desenvoltura inata com que interpretou uma variedade de personagens, ao mesmo tempo que deixou uma marca inimitável em cada papel”. Chamou-lhe então “um camaleão por excelência”. O “camaleão por excelência” era algo que vinha da sua extensa experiência teatral - e Wallach nunca escondeu que, para um actor de composição como ele, "o cinema era apenas um meio para chegar a um fim", como disse numa entrevista de 1973 citada pelo New York Times. "Vou montar a cavalo para Espanha durante dez semanas e regresso com uma almofada financeira suficiente para poder montar uma peça." Mas a verdade é que, se Wallach e Anne Jackson se tornaram no “primeiro casal” do teatro americano nas décadas de 1960 e 1970, foram mesmo os papéis de vilão que fizeram o nome do actor no grande écrã. Faltou-lhe “aquele” papel que o atirasse para uma carreira de primeira grandeza – mas a verdade é que o actor também nunca o terá querido. Como o comprova um daqueles fait-divers que muitas vezes definem uma personalidade: primeira escolha do realizador Fred Zinnemann para um papel secundário em Até à Eternidade (1953), Eli Wallach optou antes por aceitar o convite para uma nova peça de Tennessee Williams encenada por Elia Kazan, Camino Real. Em seu lugar ficou Frank Sinatra, que ganhou o Óscar de melhor actor secundário.

In Público

23/04/2014

Morreu Craig Hill


O actor americano Craig Hill, estrela em dezenas de euro-westerns - incluindo o clássico "Per il Gusto di Uccidere" - abandonou-nos esta semana. Hill radicou-se em Barcelona já há muito anos, onde viria a falecer. RIP.

14/03/2014

Morreu Tonino Ricci


Mais um maestro do cinema série-B que nos abandona. Tonino Ricci trabalhou enquanto assistente de direcção ao lado de monstros sagrados como Mario Bava ou Romolo Guerrieri, ganhando o seu próprio nome na cadeira de realizador nos finais dos sessenta onde se estrearia com o mítico macarroni-combat "Il dito nella piaga". Realizaria nos anos seguintes alguns westerns-spaghetti, numa fase em que o género já esperneava pelo que rapidamente passou para outros géneros do cinema de acção onde ganharia a fama. RIP.

23/01/2014

Morreu Riz Ortolani

Noticias tristes correm hoje pelas redes sociais. O maestro Riz Ortolani, responsável por algumas das melhores bandas sonoras do cinema italiano deixa-nos hoje. RIP.

Relembremos então alguns dos seus trabalhos:

30/11/2013

Morreu Tony Musante


Mais um idolo do cinema europeu que vemos partir. Tony Musante, estrela de filmes como "Il Mercenario" faleceu esta terça-feira após passar por uma cirurgia no hospital Lenox Hill, em Nova York. RIP.

06/10/2013

Morreu Carlo Lizzani

O seu amigo Mario Monicelli suicidou-se a 29 de Novembro de 2010, saltando da janela do Hospital San Giovanni, em Roma, onde dera entrada dias antes para tratamento a um cancro na próstata. Sábado, Carlo Lizzani, realizador, argumentista, actor, “homem do cinema”, resumia o La Reppublica, escolheu o mesmo fim. Aos 91 anos, o realizador de Banditi a Milano, saltou da varanda do terceiro andar que habitava em Roma. Enquanto o presidente italiano Giorgio Napolitano, citado pela AP, destacava a contribuição de Lizzani para "o cinema, a cultura e o desenvolvimento democrático do país”, o realizador Ettore Scola declarava simplesmente “este é um momento de grande tristeza”. Paolo Baratta, presidente da Biennale, destacou a forma como Lizzani deu nova vida ao Festival de Veneza durante os anos (de 1979 e 1982) em que foi seu director. “Ele soube como criar um núcleo de jovens estudantes e especialistas que representariam no futuro a verdadeira elite. O mundo do cinema italiano deve-lhe muito”, cita a AP.
PÚBLICO 06/10/2013

02/10/2013

Morreu Giuliano Gemma


É com muito pesar que hoje publicamos este post, mas infelizmente as informações que ontem por esta hora relatavam a morte do actor num acidente rodoviário, confirmaram-se reais. Adeus gringo!

25/09/2013

Morreu Luciano Vincenzoni


Morreu Luciano Vincenzoni, argumentista de dezenas de filmes, incluindo alguns dos mais reconhecidos westerns-spaghetti. Incluindo "Il buono, il brutto, il cattivo", "Per qualche dollaro in più", "Giu la testa", "Il Mercenario" ou "Da uomo a uomo". Fora da Europa trabalhou também no clássico do cinema de acção "Raw Deal", estrelado pelo "Arnoldão" Schwarzenegger.

02/07/2013

Morreu Jim Kelly


Morreu Jim Kelly. Estrela do blaxploitation que alcançou fama mundial ao contracenar com Bruce Lee no icónico filme de artes-marciais, "O dragão ataca". A maioria das pessoas conhecerão Kelly pelas suas façanhas em filmes de pancadaria mas lembre-se que sob a batuta de Antonio Margheriti, protagonizou também o euro-western, "Take a hard ride". RIP.

08/03/2013

Morreu Damiano Damiani


Morreu Damiano Damiani. Damiani realizou alguns do melhores filmes italianos de todos os tempos, mas a maioria dos portugueses vai recorda-lo pela afamada série dos anos 80, "O Polvo". RIP.