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Um Klaus Kinski estranhamente contemplativo!
Após 10 anos de pena de prisão com trabalhos esforçados, o tenente Gary Hamilton (Klaus Kinski) é amnistiado. Uma vez que a sua condenação foi injusta, porque foi vítima de uma hábil conspiração, apenas tem uma coisa em mente agora que é um homem livre: tratar da saúde aos conspiradores! Com o pouco dinheiro que lhe resta compra um cavalo e uma espingarda e dirige-se à cidade onde os seus inimigos vivem à grande e à francesa!

Vende-me esta espingarda!
Estando cientes da chegada de Hamilton, o líder Acombar e os seus lacaios fazem uma espera à entrada da cidade para liquidar o protagonista. Contudo, uma forte tempestade cai sobre a cidade, dificultando a tarefa dos meliantes. Tudo acontece ao longo dessa terrível noite, com Hamilton a movimentar-se furtivamente pelos subterrâneos da cidade. Ao alvorecer, a sede de vingança é finalmente saciada!

Hamilton sempre alerta!
Antonio Margheriti (Joko invoca Dio... e muori), que assinou sob o pseudónimo Anthony Dawson, é um cineasta ligado aos filmes de terror e conseguiu fazer uma ponte perfeita entre dois géneros cinematográficos. E dio disse a Caino é um sinistro western sobrenatural, confinado a um espaço fechado e claustrofóbico e com uma mão cheia de mortes arrepiantes (enforcar um homem na corda de um sino, esmagar outro sob esse mesmo sino, etc.). A interessante partitura musical de Carlo Savina realça ainda mais o ambiente do filme. Klaus Kinski lidera o elenco de forma sólida, fugindo aos habituais papéis de vilão. Temos também a presença de Peter Carlsten, Marcella Michelangeli e Antonio Cantafora.

Acombar faz tiro ao alvo.