Este filme está repleto de nomes ligados aos westerns-spaghetti de série B (ou será série Z?). O realizador é Fred Lyon Morris (quem?!), aliás, Ferdinando Merighi (quem?!). Merighi foi assistente de realização de vários westerns de Giuseppe Vari e de um western de Demofilo Fidani. O responsável pela montagem é Luigi Batzella, que também realizou alguns westerns muito baratos e muito maus. O herói improvável é Dean Stratford (Dino Strano), ator italiano que fazia sempre papéis de mau mas que desta vez evitou o “typecast”. Gordon Mitchell tinha de estar presente porque foi tudo filmado no seu estúdio Western Town, o santuário dos westerns-spaghetti paupérrimos dos anos 1970. O aviso fica desde já feito: marados da série B (ou será série Z?), cheguem-lhe obra! Intelectualoides: Pisguem-se!!
A vingança é o prato forte do dia! Um bando de cinco pulhas (um barbudo, um índio, o já citado Gordon Mitchell, um parvalhão que tira macacos do nariz e um mexicano de meia-tigela) pratica extorsão e rapto. O cabecilha é um homem que veste uma túnica e um capuz preto (tipo Ku Klux Klan mas em preto) e comunica por linguagem gestual (o índio é o intérprete). A mulher raptada é assassinada pelos bandidos pouco antes da chegada à cidade do seu irmão Chad Randall. Este também veste sempre de preto e é um pistoleiro mais bruto do que uma capa de parede!
Todos obedecem ao homem do capuz!
Randall vai à caça, apanha dois deles e trata-lhes da saúde. Mas o homem não é feito de ferro e também tem direito a fazer uma pausa. Nada melhor do que foder a gaja da pousada. Depois, já mais leve, vai atrás dos restantes broncos. Mas será que ele vai descobrir a identidade do misterioso encapuzado?
Como é evidente não vou contar o final. Direi apenas que Randall seguirá a premissa que os Megadeth estabeleceram em 1990 no célebre álbum “Rust in Peace”. Na terceira faixa pode ler-se “take no prisoners… take no shit!”.
Trailer:
E um pouco de Megadeth:







