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18/10/2020

Shalako (1968 / Realizador: Edward Dmytryk)

Portalegre, Portugal. Segunda metade dos anos 1990. 
Naquele tempo, um jovem adolescente entrou na Loja dos 300. Viu um expositor com vários livros de bolso da editora Europa-América: ficção científica, policial, guerra e… western! O jovem pegou em três livros. Um dizia: “Louis L’Amour, A Marca dos Sackett”. O outro dizia: “Louis L’Amour, Confronto no Deserto”. O terceiro dizia: “Louis L’Amour, Três Homens Para Matar”. O rapaz foi à caixa, pagou em Escudos e foi para casa.

O protagonista e a beleza de serviço.

Nas semanas / meses seguintes, dedicou-se à leitura desses livros e foi aí o primeiro contacto com a obra de Louis L’Amour, famoso autor de romances western. Também este filme anglo-germânico, filmado em Almería, é baseado num conto de Louis L’Amour.

Chato e os seus Apaches.

Uma caravana de turistas europeus viaja pelo Oeste americano. Essas terras estão cheias de Apaches sedentos de sangue! O guia da caravana é um mânfio e está-se a borrifar para questões de segurança. Os nobres europeus pensam que os Apaches não passam de maltrapilhos estúpidos.

Shalako ajuda os turistas.

Moses Zebulon Carlin “Shalako”, um homem branco que conhece muito bem os índios, tenta incutir aos turistas algum bom senso e pede-lhes para desistirem da viagem. Eles recusam categoricamente porque a arrogância fala mais alto! Mas rapidamente percebem que os Apaches são a coisa mais velhaca que há e que são mestres em táticas de guerrilha e na arte da tortura!

Gasganete demasiado apertado!

Os leitores veteranos da banda desenhada italiana ZAGOR, ao verem este filme, associam imediatamente o enredo a uma das mais célebres e carismáticas aventuras do “Espírito Com a Machadinha”. Falo, pois claro, de “La Marcia della Disperazione” / “A Marcha do Desespero”. É uma aventura épica de 400 páginas, escrita por Guido Nolitta (pseudónimo de Sergio Bonelli) e magnificamente desenhada por Gallieno Ferri. Para verem quão semelhantes são o filme e os “fumetti”, eis alguns exemplos: 

Filme BD
Shalako Zagor 
Condessa Irina Lazaar Frida Lang 
Barão Frederick Von Hallstatt Barão Max Von Swieten 
Bosky Fulton Memphis Joe 
Chato (chefe dos Apaches) Winter Snake (chefe dos Kiowa) 

Fumetti tutto ZAGOR, N. 114, Bonelli Editore

Por fim, há, obviamente, que destacar o protagonista: Sean Connery, ator cuja carreira começou a ser um caso sério a partir de 1962. Nesse mesmo ano, o escocês desembarcou na Normandia em “O Dia Mais Longo” e, quando passou a chamar-se Bond, James Bond, a sua primeira missão foi limpar o sarampo ao agente SPECTRE, Dr. No, e papar uma tal de Ursula Andress. Ah, valente!! 

04/09/2020

Quanto costa morire (1968 / Realizador: Sergio Merolle)

O western spaghetti é frequentemente achincalhado por ser o género dos “Sergios”. Sergio Leone, Sergio Corbucci e Sergio Sollima, na linha da frente por razões óbvias. Já outros profetas do maldizer apontavam um quarto nome: Sergio Garrone. O tal que diziam que fazia um western por mês. Pimenta na língua desses abutres se ainda por cá andarem, a filmografia do homem tem altos e baixos mas merece ser descoberta. Mas hoje queremos falar-vos de outro Sergio de quem não reza a história, Sergio Merolle. Nunca ouviram falar? Não se admirem, ele só realizou este filme. 

Qualquer semelhança com o Trigero (O Grande Silêncio), não será mera coincidência.

Em vez das habituais vistas áridas de Almeria a acção do filme é ambientada nas montanhas nevadas do Colorado (na verdade a rodagem foi feita nos arredores de Roma). Um cenário anormal no género, usado apenas esporadicamente, mas curiosamente quase sempre com resultados acima da média. Senão lembrem-nos do excelente “O Grande Silêncio” ou do violentíssimo “Condenados a vivir”. E este aqui também não é nada mau, mas já lá vamos. 

John Ireland (esquerda) e Andrea Giordana (direita) em séria reflexão.

Um bando de ladrões de gado toma refúgio numa aldeia encostada às montanhas nevadas. A passagem para o lado de lá está intransponível e o único remédio é aguardar que a tempestade passe. O xerife não gosta da ideia de ter estes malandros nas redondezas, mas dá-lhes algum tempo para que se abriguem e recomponham. No entanto os vaqueiros rapidamente armam confusão e o xerife não está com falinhas mansas e dá-lhes guia de marcha. Um dos meliantes é um velho conhecido do xerife e tenta demovê-lo de um confronto, mas em vez disso o teimoso do xerife convoca a população com intuito de convencê-los a tomar conta da situação. Só que a tomada de posição dá para o torto e o desgraçado é abatido pelo vil Scafie, que faz questão em executá-lo na presença de toda a população. 

O opressor aplica tácticas de terror sobre a população.

Scafie, interpretado pelo badass Bruno Corazzari, é aquilo a que podemos chamar um verdadeiro filho da puta, não muito diferente da personagem de Klaus Kinski em “O Grande Silêncio”. Um dos vários pontos comuns entre ambas as obras. Mas o filme sobrevive enquanto obra distinta, como veremos de seguida. Após esta situação trágica, a aldeia é escravizada pelo bando. Terão de construir currais para o gado roubado pela vilanagem e até satisfazer os seus desejos mais primitivos, se é que me faço entender. É então que o jovem Tony (Andrea Giordana) resolve escapulir-se para as montanhas. Atacando estrategicamente diversos elementos do bando. A ele junta-se o velho Dan El (John Ireland), que deixou de ter paciência para aturar as merdas do Scafie. 

Lamentavelmente não é possível disfrutar da fotografia do filme no seu formato original.

A partir desse momento o filme começa a tomar contornos mais interessantes, únicos se quiserem. Os dois vão iniciar uma espécie de movimento de resistência civil, expulsando eventualmente o opressor. Se isto vos soa mais a sinopse de filme de guerra que a western, então estão a entender a metáfora do filme. Vejamos, como é sabido a Itália foi durante a segunda guerra mundial incluída no Eixo Nazi. Os alemães tomaram conta do pedaço com a conivência de Mussolini e não faltaram episódios de italianos contra italianos. Sergio Merolle parece ter arranjado forma de mostrar esses movimentos partisans no seu western. Chapeau! 

Uma vida por um misero pedaço de pão.

Em suma um filme ambicioso com ambiente pesado, frequentemente negrume e com um enquadramento dramático bastante aceitável. Não é totalmente original, acredito piamente que Merolle se tenha influenciado em “Homens de Gelo” (clássico de André de Toth, lançado em 1959), mas a mescla com este enquadramento histórico é de mestre. Então, mas porque não vingou? É difícil responder a essa questão passados mais de 40 anos, pior não existindo muito sururu à volta dele. O elenco está muito bem, a música de Massi é soberba e perfeitamente enquadrada na acção do filme, na verdade só a fotografia das cenas interiores me pareceu demasiado amadora. O filme é um “must see” do género, mas como dizia lá atrás o senhor Sergio Merolle, não voltou a tentar a sorte na realização. Uma pena!

18/05/2020

Ed ora... raccomanda l'anima a Dio! (1968 / Realizador: Demofilo Fidani)

Ora então vamos lá a isto, só por causa das tosses! 

Este filme tem Jeff Cameron, Fabio Testi, Ettore Manni, Cristina Penz e Dennis Colt? Sim. 

Este filme tem cenas recicladas de outros westerns? Sim. 

Este filme é uma produção de baixíssimo orçamento e meios limitadíssimos? Sim. 

Este filme tem inúmeras cavalgadas, única e exclusivamente para ter mais minutos de projeção? Sim. 

Este filme tem várias cenas de sopapada no saloon, as habituais garrafas a voar, espelhos partidos, mesas e cadeiras feitas em cacos? Sim. 

Então este filme é obviamente realizado pelo grande Demofilo Fidani? Sim. 

Misteriosos pistoleiros ameaçam uma família.

Há alguma coisa fora do normal neste western “Fidaniano”? Sim, há. 

E o quê, concretamente? A presença do ator Mohammad Ali Fardin, ou apenas Fardin, para os amigos. Saiu do anonimato através do desporto (luta-livre), venceu a medalha de prata em Tóquio em 1954 e foi um carismático ator nos anos 1960 no Médio Oriente. Tinha nacionalidade iraniana e este “Ed Ora… Raccomanda L’anima a Dio” é conhecido no Irão como “Mardaneh Bekosh”. 

Vais levar tantas nesses cornos!!

Em 1968, quando este filme foi produzido, quem mandava no Irão era o Xá. A Revolução Islâmica aconteceu em 1979, o Xá bazou para o Egito e o Ayatollah Khomeini tomou o poder. O país passou a chamar-se República Islâmica do Irão, os fanáticos religiosos passaram a mandar em tudo e, claro, deram cabo daquela merda toda! 

Fardin extremamente irritado!

Fardin assistiu a tudo isto. Faleceu no dia 6 de abril de 2000 aos 70 anos de idade em Teerão. 

01/07/2019

Tre Croci Per Non Morire (1968 / Realizador: Sergio Garrone)

Paco é um ladrão de cavalos. Jerry é um engatatão pilantra. Reno é um pistoleiro. Este trio foi parar à prisão por causa das macacadas que armaram. Com eles, na mesma cela, está também um tal Francisco Ortega, um rapaz que está prestes a receber uma gravata de corda porque foi acusado de homicídio e violação. O pai de Francisco e o advogado tentam acionar todos os recursos possíveis. A lei não é branda e rejeita esses recursos. Francisco Ortega será enforcado ao fim de dez dias. Mas o patriarca Ortega não desiste e define um plano: tira da prisão Paco, Jerry e Reno e promete-lhes um prémio de 30 000 dólares se eles ajudarem a provar a inocência do seu filho nos dez dias que restam. Os três sócios investigam, interrogam, vasculham por todo o lado e rapidamente percebem que a história do crime alegadamente cometido por Francisco está muito mal contada.

Uma bela gravata de corda!

A vítima que foi abusada, Betty Fletcher, está paralisada numa cama em completo estado de choque (não fala e não reage). O pai de Betty levou um tiro na cabeça e todos deitaram as culpas sobre Francisco Ortega. Ninguém naquela cidade quer falar sobre o assunto.Mas há um rumor que uma tal Dolores sabe exatamente o que se passou mas ninguém sabe onde ela está. O mistério adensa-se! E quem é a moça que vive e trabalha sozinha num moinho? Os dias passam. Paco, Jerry e Reno têm de obter provas concretas e regressar rapidamente, a fim de evitar o enforcamento de Francisco Ortega. Vai ser uma corrida contra o tempo. Será que conseguem?


Estás sob a minha mira!

Este segundo western de Sergio Garrone é um filme bem estruturado com uma trama a roçar o “giallo” e o gótico, géneros cinematográficos do gosto de Garrone. Craig Hill, Ken Wood (Giovanni Cianfriglia), Peter White (Franco Cobianchi D’Este), Evelyn Stewart (Ida Galli) e Jean Louis fazem as honras da casa. Sergio Garrone, sempre competente, dirige bem as operações. Anos mais tarde, o realizador até se gabou de ter conseguido arrancar uma boa atuação de Ken Wood porque, segundo dizia Garrone, “o homem parecia um calhau a representar”!

03/06/2019

Il suo nome gridava vendetta (1968 / Realizador: Mario Caiano)

Os atores Anthony Steffen, William Berger, Robert Hundar, Evelyn Stewart, Mario Brega e Jean Louis unem forças neste western de Mario Caiano. O realizador, juntamente com Tito Carpi, alinhavou e escreveu o argumento. Enzo Barboni assinou o seu nome como diretor de fotografia. Este leque de profissionais, em conjunto, deu origem a um western bastante decente, longe da genialidade de uns e longe da palhaçada de outros. Como diriam alguns: “não é bom, nem mau… antes pelo contrário”! Davy Flanagan, ex-militar ianque, tem a cabeça a prémio. É acusado de traição e deserção. Após cinco anos de ausência, Flanagan regressa a Dixon, a cidade onde sempre viveu.

O taciturno Steffen!

A vizinhança é pouco amistosa. O ambiente naquela cidade é de cortar à faca. Mas Flanagan não percebe o porquê de tanta animosidade. Pior: o facto de ter sido baleado na cabeça durante a Guerra Civil fez com que perdesse a memória.Lisa, a sua ex-mulher, casou-se com um tipo chamado Clay Hackett. O desgosto de Lisa é tão grande que passa os dias a encher as trombas de bebida. O juiz Sam Kellog é o único que o quer ajudar.

O sádico Berger!

Aos poucos, a memória torna-se menos turva. Mas à medida que Davy Flanagan maneja o seu revólver com mestria, a sua memória vai-se tornando mais clara e aí é que haverá tiros e batatada que até ferve! E ferve de tal maneira que, no final, o vilão dará um belo mergulho no bebedouro dos cavalos para arrefecer as suas malévolas intenções.É um mergulho digno dos melhores que já vimos, semelhante aos mergulhos do pessoal maluco que se atirava em grande estilo do alto da 3ª prancha na Piscina Municipal de Portalegre. Aqueles que viveram esses tempos nesta cidade do Alto Alentejo sabem do que eu estou a falar!

22/11/2016

Dio li crea... io li ammazzo! (1968 / Realizador: Paolo Bianchini)

Nem o próprio Paolo Bianchini acreditaria que a sua primeira aventura no western-spaghetti fosse recordada quatro décadas depois do seu lançamento, mas aconteceu! Nesse longínquo ano de 1968, o artista fazia a transição da função de assistente para a cadeira de manda-chuva, ainda tinha por isso de aceitar projectos baratuchos como este. O argumento é de Fernando Di Leo, que se tornaria alguns anos depois num dos pesos pesados do policial italiano. Não sei se propositado ou não, Di Leo parece ter reciclado a história de "Sugar Colt", experimentada com sucesso dois anos antes pela mão do nosso bem-amado, Franco Giraldi. Pode até ser embirração aqui do alentejano mas a personagem principal parece sacada a papel químico. Ora vejamos, um pistoleiro a soldo com pinta de galã, investiga um caso mal explicado. No primeiro seria o desaparecimento de um regimento de soldados, aqui trocou-se o «capital humano» por um factor mais comum ao universo western: assaltos a carregamentos de ouro!

Deus cria-os, Dean Read mata-os! E ainda arranja tempo para nos cantar o tema "God Creates Them, I Kill Them".

Mas a categoria do supracitado, "Sugar Colt", é francamente superior. Giraldi como profundo conhecedor das manhas do género, soube bem como transformar uma ideia estapafúrdia num mini-clássico. Ainda assim, não descartem já este intento. "Dio li crea... io li ammazzo!" é um daqueles westerns em que há mais conversa do que propriamente tiroteio e porrada, coisa que demoverá alguns, porém interessa também exaltar as coisas boas, como é o caso do trabalho de fotografia de Sergio D'Offizi, francamente acima da média.

Dean Reed suposto espião na vida real, interpreta ele próprio uma espécie de 007 do western-spaghetti.

O papel principal do filme foi entregue a Dean Reed, que a rapaziada mais velha reconhecerá também de outras andanças. Reed iniciara anos antes da sua chegada a Itália, uma carreira enquanto cantor. Algo que lhe valeu fama em alguns países, nalguns terá mesmo atingido um reconhecimento popular superior ao do próprio Elvis Presley, imaginem só! As suas ideologias politicas valeriam-lhe a apropriada alcunha de Red Elvis. Bianchini relembra em entrevista incluída na "Koch Media - Italowestern Enzyklopädie No.2", as fortes convicções comunistas de Reed, que ao que as más línguas dizem, ter-se-à tornado espião e silenciado por tais actos. Os mais paranóicos acreditam que o seu suicídio foi mais um daqueles embustes que nos habituámos a ver nos filmes de espionagem da guerra-fria. Existe um documentário interessante sobre a vida do actor (Der rote Elvis), em que tudo isto se aborda mas francamente pareceu-me inconclusivo.

Pietro Martellanza é Don Luis del la Vega, um vilão à medida do nosso herói.

Fora de conspirações, o que a nós nos interessa é a habilidade do americano no manejo do revolver e afins. E amigos, nas cenas de acção a cavalo, o americano não falha. Pode até parecer irrelevante mas são estes pormenores que permitem que o realizador use planos mais elaborados e não aquelas filmagens manhosas a um quilómetro de distância, para esconder as fuças de um duplo qualquer.

Parece que alguém vai levar chumbo quente no bucho!

O tal DVD da Koch Media é excelente, o filme apresenta-se com uma imagem cristalina e com opções áudio para todos os gostos (inglês, italiano, alemão) e ainda a dita entrevista com o realizador, documentários, galerias e trailers. A edição aparece em formato pacote e contém ainda os filmes: "California", "Dio non paga il sabato", e "Campa carogna... la taglia cresce". Valeu os malvados euros!


Mais propaganda da barbarolândia:



26/07/2016

Il momento di uccidere (1968 / Realizador: Giuliano Carnimeo)

O realizador Giuliano Carnimeo, antes de ser conhecido pelos seus trabalhos na saga “Sartana” interpretada por Gianni Garko, assinou um registo com contornos noturnos, góticos, baseado em jogos de imagens enganadoras refletidas em espelhos que sugerem tensão e medo. Pessoalmente, George Hilton e Walter Barnes são dois atores desinteressantes que nunca levei muito a sério e que continuo a não passar cartão. “Il Momento di Uccidere” é um filme competente, tem o seu mérito mas não é nada de extraordinário. Vamos ao enredo? Vamos a isso: Lord (George Hilton) e Bull (Walter Barnes) são dois pistoleiros que chegam a uma cidade do Oeste chamados pelo seu amigo, o juiz Thomas Warren.

George Hilton com um semblante sério.

O juiz não está na cidade e ninguém sabe onde ele está. Desapareceu misteriosamente sem deixar rasto. Ninguém se atreve a falar do assunto. Uma capa de medo assombra os habitantes da cidade. Lord e Bull são vítimas de várias tentativas de assassinato. Mas o que se passa naquela cidade? Onde está o juiz? O que foi que aconteceu? Será que o patriarca Forrester está envolvido nesta conspiração? Ou talvez o seu filho Jason (Horst Frank)?

Aqui, nem tudo o que parece, é.

E qual o papel de Regina, uma jovem inválida numa cadeira de rodas sobrinha de Forrester e prima de Jason? Consta que o tesouro do exército confederado está escondido algures na cidade. Esses 500 000 dólares são o principal motivo de todo este jogo de traições e homicídio? Lord e Bull serão suficientemente astutos para saírem desta situação incólumes? Todas estas questões serão respondidas quando virem este western mas até lá… mistério!


Propaganda de época, mais um que não escapou à Djangomania: